Amo a História

“Amo a história. Se não a amasse não seria historiador. Fazer a vida em duas: consagrar uma à profissão, cumprida sem amor; reservar a outra à satisfação das necessidades profundas - algo de abominável quando a profissão que se escolheu é uma profissão de inteligência. Amo a história – e é por isso que estou feliz por vos falar hoje, daquilo que amo”.
Lucien Fèbvre in "Combates pela História"

quinta-feira, 1 de março de 2012

Zeca Afonso: 25 anos depois

Data de nascimento: 2 de Agosto de 1929

Local onde nasceu: Aveiro

Data de morte: 23 de Fevereiro de 1987.

A Morte Saiu à Rua


A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai

O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou

Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada à covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação
Canção de Zeca Afonso
Detetives de história:
·        Ana Afonso    nº2    6ºF
·        Ana Silveira    nº3    6ºF

Grândola, Vila Morena


Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade·

 Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira                                                                       
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

Canção de Zeca Afonso
DETETIVES DA HISTORIA:
Ângela Gaspar carvalho N: 4 T: 6ºF
Inês Marques Oliveira N:12 T:6ºF

CANÇÃO DA PACIÊNCIA

Muitos sóis e luas irão nascer
Mais ondas na praia rebentar
Já não tem sentido ter ou não ter
Vivo com o meu ódio a mendigar
Tenho muitos anos para sofrer
Mais do que uma vida para andar
Beba o fel amargo até morrer
Já não tenho pena sei esperar
A cobiça é fraca melhor dizer
A vida não presta para sonhar
Minha luz dos olhos que eu vi nascer
Num dia tão breve a clarear
As águas do rio são de correr
Cada vez mais perto sem parar
Sou como o morcego vejo sem ver
Sou como o sossego sei esperar
Canção de Zeca Afonso
 
Detetives da História: Adriana e Diana 6ºF

A PRESENÇA DAS FORMIGAS


A presença das formigas
Nesta oficina caseira

A regra de três composta
Às tantas da madrugada
Maria que eu tanto prezo
E por modéstia me ama
A longa noite de insónia
Às voltas na mesma cama
Liberdade, liberdade
Quem disse que era mentira
Quero-te mais do que à morte
Quero-te mais do que à vida





Detetives da História: Adriana e Diana 6ºF

O AMOR DE ESTUDANTES

Dizem que amor de estudante
Ai, não dura mais que uma hora
Só o meu é tão velhinho
Inda se não for embora
A cabra da velha torre
Ai, meu amor chama por mim
Quando um estudante morre
Os sinos tocam assim.


  Canção de Zeca Afonso
Detetives da História: Adriana e Diana 6ºF

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Aveiro e Zeca Afonso

Para conhecer Zeca Afonso:

Biografia de Zeca Afonso
Letras das músicas de Zeca Afonso
Zeca Afonso em imagens

25 Anos da Morte de Zeca Afonso

Carnaval

      Carnaval teve origem na Grécia na idade antiga. Os gregos usavam esta festa para fazer culto aos deuses e agradecer pela fertilidade do solo e pela produção.
A Igreja Católica no século VI adotou a sua comemoração. Na Idade Média o período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale", de onde surgiu o termo "carnaval”.
       Modernamente o carnaval é feito de desfiles e fantasias. Cidades como Nice, Nova Orleães, Toronto e Rio de Janeiro inspiraram-se no carnaval de Paris para criar as suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsínquia.
 Trabalho realizado por: Gabriel Filipe Teixeira Ribeiro J J J J J